terça-feira, 11 de junho de 2013 1 comentários

Nós como onda



Quem já viu o filme A onda? Onde uma escola coloca seus alunos uns contras os outros em cima de uma única base. Criar um critério ou querer mostrar que a ganância alemã tinha seus princípios, morais, sociais e até naturais. Mostrar uma verdade que tecnicamente é impossível e quase difícil de sequer tentar explicar, pois existem dois lados e até quando não provarem o contrário, ela ainda será a melhor forma de explicar qualquer situação que seja.
A onda que nos move ou que move o planeta e por ai vai, ainda é desconhecida, ainda é um enigma. Buscar uma razão, um deus ou uma formula matemática é necessário, nos faz vivo e em busca de um nível pessoal que se torna total assim que precisamos do outro para ter. De forma matemática, podemos esclarecer com; 1+0 = 1 assim como 0+1 = 0. Um é pelo outro e o outro por ele. Religiosamente falando poderia ser, “...ama o teu próximo como a ti mesmo...”, podemos entender como uma balança e também como nosso próprio ego; que quanto mais nivelado, melhor e mais fácil a gente se encontra. Imagino que quando se pensa de mais para um lado, o individuo comete erros de percurso e atrasos que atrapalham a ele mesmo. Pressa de mais causa acidentes, perca de tempo e um retrocesso particular. Se jogarmos o peso para o outro lado, vemos o contrario, afinal, “tudo é tudo e nada é nada”. Quando se mantém o controle, está a navegar por ondas que atravessam mares e turbulências. Não se deixem enganar pela idéia de “deixar acontecer naturalmente” ou de “deixa a vida me levar e vida leva eu”. Nossa balança apenas se mantém nivelada com ondas que conseguimos suportar. Encare isso como quiser; trabalho, fé ou seu time do coração. Eu prefiro encarar como pensamento, raciocínio e até lógica, que pra mim soa como trabalho, ardoroso e exaustivo, longo e pertinente para muitos, afinal, tudo que possui vida se move.
Finalizando e deixando claro que não cheguei a lugar nenhum, digo que é tudo uma questão de ponto de vista e referencia. Suas dores e problemas são singulares somente a sua pessoa, já dizia um livro, “tu és responsável por aquilo que cativas”, navegar por ondas em pranchas individuais sem atrapalhar outros navegantes significa trabalhar, raciocinar e ficar atento a pequenos deslizes que possa vir a cometer no caminho. Respeitar ainda é para poucos e agüentar criticas para muito menos, cada um tem sua razão concreta e quase impenetrável, igual a filme de bang-bang, fim de novela com vilão feliz e telejornal acabando com os gols da rodada. Matematicamente calculando, religiosamente tendo fé e dentro da Lei, digo que; a competição é necessária para que aja evolução e a tal da evolução necessita competição, as ondas só se movem por força de outras e sozinho nem o padre faz missa.

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