Esse texto sai um pouco do tema do blogue, mas
ainda assim é um pensamento.
Introdução
Sobre o que vou comentar, não foi estudo, nem mesmo pesquisado, tão
menos analisado por algum pesquisador ou cientista. São simples idéias e
teorias particulares que ao olhar mais pessoal, menos matemático e de mero
conhecimento popular, pode-se tirar proveito em circunstâncias apenas a titulo
de conhecimento.
Sabe-se que, os estudiosos da física, buscam o “porque” do mundo em que
vivemos, como funciona e como surgiu, o motivo correto pelo qual
estamos vivos, e depois morremos.
Sabe-se também que, fora o estudo do planeta, o homem busca uma
“resposta” no universo, na sua ausência de luz, na sua escuridão, algo que
explique a vida, o tempo e a luz propriamente dita. Essa luz que se
desloca na velocidade mais rápida que nós conhecemos, meio ao tempo/universo, e
quando chega até nós; quando finalmente conseguimos vê-la, a sua origem, em que
tempo e em que tempo nasceu, como seria, já que quando conseguimos vela, ela já
está morta, não emitindo mais sua luz, decorrente da enorme distancia que por
ela percorrida, do seu inicio até a sua morte, sendo ela é a matéria mais rápida
que existe, passando por nós, já morta ao seu nascer; isso nos dá uma amplitude
do cenário que é o universo.
Pensando como na física, onde todos os corpos são compostos por
matéria, essa matéria é composta por átomos e esses átomos compostos por prótons,
elétrons e nêutrons, onde cada vez mais vão se dividindo e subdividindo,
chegando ao ponto de conterem energia pura, que são os fótons e glúons, que nem
matéria tem, apenas energia. Encarando dessa forma, não é errado afirmar que
nós, seres vivos somos compostos de matéria; que divididas e subdivididas
chegam ao ponto de termos esses mesmos átomos, prótons, nêutrons e até os
fótons que é a energia etérea, em nossos corpos; partindo desse raciocínio, a
luz, a mesma que possui em sua estrutura fótons e glúons, a mesma que é a maior
força que se conhece, a mesma que está em tudo que se conhece, é capaz de
atravessar o universo sem esforço, na velocidade mais rápida que o homem
conhece, é a energia que pode nos responder tudo sobre o espaço/tempo, por
assim dizer; a vida.
A Matéria do Tempo
Como tudo que existe é matéria. Temos por aceitar que vivemos meio a
uma massa invisível que preenche o espaço, vagando e passando por entre as
estruturas moleculares de nossos corpos, nossos carros, nossos quintais, invisível
aos nossos olhos, bombardeando o planeta sem pausa, incessantemente. Se tudo é
matéria e o todo tem composição em cima de moléculas e átomos, e energia
propriamente dita, porque não afirmar que, o tempo também é uma matéria. A
princípio, não se pode imaginar como, mas depois de se enxergar uma
possibilidade, fica mais claro, se pensar ao fundo e deixar a imaginação
reinar, é certo de que se convença de tal reflexão.
A princípio, quando se fala em tempo, se imagina uma linha, onde
marcamos no inicio a data mais antiga e conseqüentemente no final a data mais
presente. Sempre foi passada dessa maneira, “a linha do tempo”, no caso da
evolução do homem, onde existe uma linha, colocando o primata (homo-sapiens) como nosso ancestral,
o neandertal como nosso passado, até os dias atuais, colocando nós
como seres humanos, nós, nos dias atuais; a linha onde Jesus é o meio, ou o
inicio da contagem dos anos, que é o padrão da história do mundo inteiro de existir
épocas e períodos. Por exemplo, quando falamos no Egito antigo, coloca-se, A.C
(Antes de Cristo), ou na Grécia antiga, (A.C), ou em Roma D.C. (depois de
cristo), isso nós sabemos, o que quero dizer, é que o ser humano tem essa coisa
de se prender por fatos e idéias que até então são o melhor seguimento, impedindo
outras formas de pensamento. De certa forma, é complicado imaginar outro jeito,
outra possibilidade, mas não impossível de se pensar em tempo como não sendo
uma linha. Outro exemplo; imagine os motores usados nos dias de hoje, são de
imensa tecnologia, claro, não discordo disso; mas são uma evolução de um mesmo
princípio, de uma mesma tecnologia, onde a mesma foi adaptando-se ao tempo, e
ganhando potência e maior design, mais variedades, porém, tudo dentro do mesmo
princípio de combustão, explosão, escape. Digamos que, com tantos meios
descobertos, de energias sustentáveis, que não agridam o meio-ambiente, por que
usamos esses mesmos princípios, a mesma combustão, a mesma poluição,
certamente nós sabemos que o excesso disso, no futuro não é bom, todos nós
sabemos que tudo o que fazemos, a maneira como vivemos, é prejudicial ao
planeta e consequentemente a nós mesmos. Outro exemplo claro, é a
extração de energia através de usinas hidrelétricas, são tantos outros meios,
que a maioria segue essa mesma linha.
Voltando a análise do “tempo”, como algo material. Impossível dizer o
que o rege, mas no mundo microscópico, onde os olhos humanos não chegam,
um outro mundo existe. A física quântica mostra que quanto mais dividimos, mais
temos a descobrir, e que a união dessas divisões pode mostrar novas descobertas
e teorias. Por que não imaginar que existe uma coisa maior que tudo, como o
espaço, que para nos é infinito em ano-luz, em velocidade da luz.
Essa coisa gigante, por assim dizer, comporta dentro de si, tudo o que
conhecemos e não conhecemos também. Imagina-se que você pode retroceder do
universo para nosso ambiente, de forma grosseira temos; milhões de galáxias,
estrelas, asteróides, planetas, corpos celestes, atmosfera, terra, vida,
átomos, elétrons, prótons, nêutrons e no final, energia pura; Luz, que são
fótons e glúons. Tudo o que vemos, sentimos e até pensamos, tem essa energia
pura em sua composição. Ao receber o calor do sol todas as manhãs, ao sentir
frio, ao olhar uma paisagem.
Você se pergunta, onde entra o tempo nessa história. Então eu digo, se
tudo é divisível, por que não juntar toda essa divisão, essa energia. Quando
dei o exemplo de retroceder o universo, parei e pensei se fosse ao contrario,
se fossemos juntar tudo o que temos, desde os fótons até as moléculas,
os átomos, a vida e assim sucessivamente, o que teríamos de mais imenso;
só me vem unicamente uma resposta; o universo, por assim dizer; o tempo. Pois é
aqui que tudo acontece, no universo/tempo. Por isso imagino o tempo, o universo,
não como uma linha, mas como uma bola, parecida com um átomo, com energias no
seu interior conhecidas e desconhecidas pelo homem, que rege tudo o que se
passa, já passou e irá passar, ou seja; passado, presente e futuro.
Danilo Henrique
[continua]
ps: se alguém tiver interesse no
texto, comenta.

Um comentário:
Parabéns pelo texto e só acrescento:
O tempo, portanto, pode ser dito como sendo a presença de movimento de referenciais que aponta para uma transformação na aparência das coisas observáveis.
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