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sexta-feira, 5 de abril de 2013 0 comentários

AAAAAA Lelek lek lek lek


Eu sei que  Lek Lek lek Lek não tem princípios de uma boa musica, mas chegar ao topo A, não é para qualquer um. Começou na rede, além do clique original varias paródias surgiram. Ai entra a questão. Isso vai durar muito ainda? Mas acreditem, eles são “a mosca que posou na sopa”, e não adianta criticas negativas, dizer que o publico A não gostou ou que tudo está perdido no Brasil. Aquela velha história, "quando gruda e a gente não consegue solta mais", é isso. Viro hit, sensação e ritmo do verão. A galera gosta, causa euforia. Quantas pessoas não vão querer um Novo Classe A apenas pelo gosto de tocar esse som na avenida. E antes que você duvide, já adianto; quantos não estão de Camaro Amarelo apenas pelo gosto de dizer... “agora você diz, vem que eu te quero! Quando eu passo de Camaro Amarelo”... Cada sertanejo levou um pra casa, fora a comissão por vendas e vai sabe lá mais o que. Novidade? Originalidade? Pesquisa? Ousadia? Dinheiro? Ou todas juntas em uma só vez?  Não sei e questiono o suficiente para diagnosticar algo ou só fico quieto, observando.
Quem ainda não viu essa novidade, tá ae o vídeo;


AAAAAA Lek lek lek lek lek girando, girando, girando pro lado, girando, girando, girando pro outro AAAAAA
domingo, 24 de março de 2013 1 comentários

A Servidão Moderna, de Jean-François


Posição sobre o documentário
A Servidão Moderna, de Jean-François

O consumo excessivo das massas e o domínio capital sobre o poder público, nada mais é que reflexo da nossa capacidade natural de estar no topo da cadeia alimentar. A mercadoria porém; é o combustível para o capital gerar mais combustível, ou seja; mais mercadoria. Em um ciclo interminável que gerará o nosso fim por falta de meios para conseguirmos mais matéria prima e assim suprir nossas necessidades desnecessárias. Somos reféns da nossa causa e causadores da nossa extinção.
A desigualdade causada pela má distribuição de renda e consumo excessivo de uns perante outros é simplesmente reflexo dessa natureza, contudo, nenhuma natureza terrestre é tão desigual quanto à do homem, talvez por ser muito mais competitiva e violenta que qualquer outra.
Os meios nos trazem o que consumir e esses meios são fator principal nessa corrida... “sem pódio ou beijo de namorada...” O radio, carro, televisão, computadores e celulares são os principais meios de comunicação, permitindo que as mercadorias cheguem até nós seja de qualquer lugar da terra, facilitando até mesmo o transporte material, visual e digital dessas mercadorias. As publicidades governamentais, privadas ou sem fins lucrativos, nada mais são que formas de avisar, informar e por que não conscientizar aqueles que estão retardatários dentro dessa competição. A igualdade, assim como tratou o documentário, talvez nunca seja solucionada e alcançada, entretanto, da mesma forma que os meios de comunicação ajudam nos transportes de mercadorias e produtos, eles também ampliam o conhecimento e avisam que situações de extrema pobreza existem e estão por todo o mundo, possibilitando e por que não, uma busca para que isso tenha fim.
Resta então questionar apenas se a felicidade de que tanto se fala está sendo buscada ou se quer alcançada. Em minha opinião, não se trata de felicidade ou querer estar feliz, pois essa  felicidade nada mais é que uma mercadoria, igual a que o documentário está taxando de condenatória e superficial, tentando vende-la da mesma forma que a condena. Escravo ou não, nós somos singulares e queremos uma fatia do bolo.
Apesar da nossa singularidade e egoísmo, somos seres coletivos e isso ainda é a forma mais eficaz de nos mantermos vivos, por isso a busca incessante por mais mercadorias continuará, mais rápida e quem sabe mais eficaz, podendo levar mais para quem tem de menos.
O poder não deve ser conquistado, ele já é nosso.

“Revolução eu fazer de maneira diferente, tiro o ódio do coração e tenta usar mais a mente”, Stab - Planet Hemp


segunda-feira, 26 de novembro de 2012 0 comentários

Que se faça a Luz

Dissertação argumentativa sobre o conto de Alcântara Machado; "Apólogo Brasileiro sem Véu de Alegoria". (Trab. de facu)

link do conto: http://www.releituras.com/amachado_apologo.asp


Tão necessária e quase indispensável, a luz, ou a falta dela para ser mais exato, proporcionou uma confusão dentro do conto do nosso querido autor Alcântara Machado, que ao meu ver, indo mais a fundo; não foi só a falta de luz ou o simples comentário de um cego que causou tal "arranca-rabo" dentro de vagões do trem que seguia de Magoarí para Belém, foi além de tudo a falta de conforto expressado pelos personagens no interior dos vagões que nem luz se quer havia para iluminar as pobres vivas daquelas pessoas. Pode-se constar também a falta de tratamento humano para com o próximo que é bem descrito no conto.

A ironia do conto talvez seja o ponto alto do autor, pois a pessoa menos interessada no real motivo da confusão, o cego, que não notaria claridade ou escuridão, é que desencadeia uma confusão dentro do trem, jogando a primeira pedra para que outros passageiros se sentissem impulsionados a fazer algo a respeito, não que esse "fazer algo a respeito" fosse resolver o problema, mas em primeira instância era o que se tinha a fazer; revoltar-se contra a falta de conforto, a falta de valia para com eles que além de mal transportados, eram levados na escuridão da noite no balanço indeciso dos vagões daquele trem.

João Virgulino passageiro e um dos personagens argumentava o que fazer, explorava as opções e logo indagava outros passageiros perguntando o que fariam a respeito daquela situação escura e de trevas, um deles deu a opção de matar o chefe do trem e João logo rebateu que assim como eles o chefe do trem era pobre e não fazia sentido matá-lo, outro logo em seguida teve a idéia de se fazer uma passeata com banda e discursos, mas João Virgulino já em contrapartida disse que aquilo iria custar dinheiro, então sem mais opções, o próprio João rasga o banco de palhinha do vagão onde está e joga pela janela. As pessoas já exaltadas pela falta de luz acompanham João em seu ato de rebeldia e insatisfação, zombando e gritando enquanto praticam sua revolta.

Após não restar um banco de palhinha para contar a historia, o trem chega a seu destino e o ato é deflagrado na cidade, todos ficam sabendo, sai na mídia local, em jornais e cartazes: "Os passageiros no trem de Magoarí amotinaram-se jogando os assentos ao leito da estrada." Como a noticia percorreu a cidade, as autoridades não podiam deixar tal evento passar despercebido, então o delegado instaurou um inquérito onde foi procurar tal responsável pelo ocasionado. Perguntou a vários passageiros, mas somente um se propôs a falar sobre, tinha a bíblia no bolso e se declarava protestante. Perguntado para ele quem havia iniciado o motim, o mesmo logo foi dizendo: foi um cego! Sem tempo para explicar foi levado ao xadrez, uma vez que; com autoridade não se brinca.

Como um cego poderia ter iniciado um motim reclamando a falta de luz? Essa é a pergunta chave do conto. Todos nos sabemos que cego não vê luz, por que um desses se revoltaria contra a falta da mesma?

Aos que buscam resposta, deixo minha opinião com base não só no conto mas em inúmeros casos antigos e atuais, onde existem pessoas que lutam em prol de um objetivo, buscam um direito coletivo que não lhes é dado.

A injustiça ocorreu no texto quando levam o protestante que só disse a mais pura verdade; podemos tirar exemplo de injustiças cotidianas do nosso transporte publico, ou no simples ato de se falar a verdade, ou ainda no ato de "dedurar" o próximo, aquele que iniciou algo para o bem não só dele próprio, mas do "dedurador" inclusive, acaba sendo entrega a aqueles que não ligam para a falta de luz no transporte, querendo apenas a cabeça daquele que começou a barbaria.

Hoje lutamos pelo mesmo objetivo, em patamares diferentes claro, mas com o fundo propósito de luz, conforto ou direitos no mínimo iguais ao demais que ocupam melhores cadeiras. Se prossegue devagar, mas ainda assim se prossegue.

O personagem João Virgulino é altamente importante como o cego que nem nome tem, apenas usa um óculos azul e tem interesse em política, dando a feição de uma pessoa informada e despojada. Ambos personagens provocam os dois altos do texto; um indigna-se com a falta de luz mesmo estando no escuro e o outro a iniciativa de levar aos demais coragem o suficiente para se rebelarem contra aquela situação hostil. Por mais que seja um conto ou um fato isolado, a maneira como é narrado dentro de um contexto histórico e real para a época nos deixa a imaginar com fundos de verdade que o conto é significativo para um antigo retrato do pais e por que um retrato verídico. Ele expõe verdades tão atuais como injustiça, revolta e além de tudo brasilidade.

segunda-feira, 16 de julho de 2012 0 comentários

13/07 - Dia do Rock


Já se foram os tempos em que uma guitarra na mão era sinônimo de rebeldia, atitude e boa musica, ainda assim há quem goste e preserve o bom e velho Rock and Roll. Devemos graças a esses que ainda vivos são seguidores do bom instinto musical. 

13/07 - Dia Mundial do Rock, ou pelos aos que gostam e compartilham musicas e imagens no Facebook, por que, afinal de contas, o que mais sobrou? 



A única maneira de dizer que se gosta de Rock nos dias de hoje é declarar e deixar estampado em blogs pessoais, paginas do tumblr, murais do face e mensagens de 140 caracteres no twitter. A comoção de quem ainda gosta de musicas dos anos 40 até os anos 90, (que foi na minha humilde opinião a época em que nasceu e quase morreu os maiores sucessos do mundo), é quase um grito meio a tantas informações sem necessidade e repetitivas.



Pouca gente se interessa em saber quem foi Elvis Presley, John Lennon, Kurt Cobain e tantos outros que deixaram verdadeiras raridades que dificilmente vão ser alcançadas e lembradas como tais. Ainda assim existem os que fecham os olhos quando sentem uma distorção de guitarra  e mexem os pés quando estão em um barzinho que por acaso rola um som como: "I Love Rock n Roll" da consagrada Joan Jett. 



Como dizia o pioneiro do Rock no Brasil, Sr. Raul Santos Seixas; "minha espada é a guitarra na mão", e por isso quem gosta, não vai deixar de compartilhar muito menos de divulgar os vários ritmos que englobam o som mais famoso do mundo, do tradicional até o mais atual. O Rock rompe barreiras do tempo e permanece meio a tantas outros segmentos da musica que simplesmente chegam e se vão, como fumaça de cigarros que evaporam no ar. Não conheço uma pessoa que não balance a cabeça (nem que seja de leve) quando escuta "Another Brick In The Wall"do consagrado Pink Floydmuito menos alguém que não conheça uma musica se quer dos The Beatlesdentre tantos outras bandas que dariam um post enorme se fossem citadas, e é claro que não vamos esquecer o bom rock nacional que gerações como as de hoje não conheceram; Legião Urbana, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawai, Paralamas do Sucesso, Cazuza, Mamonas Assassinas, Titãs, o falecido Raimundos e também as muitas outras que fizeram historia em território nacional e internacional.

Enfim, dos que sobraram e permanecem fortes, não deixem de compartilhar e deixar o Rock vivo nas cabeças dos milhares de fãs e daqueles que gostam, só que ainda não sabem. (rsrs)

Para finaliza, deixo a musica citado no inicio, I Love Rock n Roll.


quinta-feira, 14 de junho de 2012 0 comentários

A necessidade da Informação

A pouco se sabe, ou ainda que se deixe enganar. As muitas mudanças de atitudes entre pessoas e conceitos estabelecidos por uma maioria, existem por que determinada crença ou uma mera moda passageira é explorada de forma crescente e envolvente, contudo, qualquer que seja o motivo, são todos ligados a comunicação social, não se deve negar, muito menos deixar de explicar, que ela proporcionou muito mais que um simples entretenimento ou contos de um explorado cotidiano global.


Os conceitos que pré-julgamos dentro dos nossos 10% de racionalidade, foi adquirido ao longo de anos, conquistado por quem os buscou e acreditou que eles eram certos e concretos. Tudo o que foi exalado para um publico, foi feito por que uma determinada roda de amigos argumentava e debatia sobre um tema que lhes era ideológico. Nada do que existe, ou virá a existir, sendo de qualquer etnia, ética, política, raça, credo ou qualquer que seja o pensamento humano, esteve entre os homens por mera coincidência, se não fosse os meios de comunicação, do mais simples gesto de olhar até a necessidade evidente de entender o que o próximo que dizer, os homens ainda seriam presas ao invés de capitalistas. [continua #euacho]
terça-feira, 22 de maio de 2012 0 comentários

Novos meios de comunicação mudam tendências de mercado.


To postando esse artigo meio fora do contexto do blog, mas não deixa de ser interessante. Fiz ele para outro site meu de notícias (www.clikadao.com), e tambem para ajudar a divulgar o site. Quem gostar pode comentar. Vlw

Novos meios de comunicação mudam tendências de mercado.

Curiosidade, percepção e gosto pela área de humanas, tornam uma pessoa em um possível comunicador social. Hoje o mercado vem se renovando e se adaptando às novas maneiras que as novas mídias exigem.

“Produtos” que ajudam a evidenciar outros produtos. O trabalho da publicidade é basicamente esse, oferecer ao cliente o conhecimento de um novo padrão, um novo conceito, ou uma nova marca ao mercado consumidor. Com prazos menos rigorosos para com os clientes e locais de trabalho cheio de descontração, os publicitários se adaptam as novas características desse mercado. Responsável por alinhar as estratégias e os meios de comunicação que serão utilizados, tanto para oferecer produtos ou apenas uma informação, o publicitário ou comunicador social auxilia as empresas a evidenciar esses produtos ou essa informação até seu público-alvo.
Com os meios de comunicação renovados; internet, redes sociais ou até mesmos blogs que são acessados de telefones celulares e de qualquer lugar a qualquer hora, é necessário chegar até o consumidor final das mais variadas formas, aderindo assim às tendências da grande massa. Com consumidores cada vez mais exigentes, tanto na qualidade como nos meios de compra e entrega através da web, o mercado está em pleno desenvolvimento, com seu ritmo acelerado e puro dinamismo, buscando sempre novas maneiras de chamar a atenção. Por isso a renovação de linguagens e aprofundamento em novos conhecimentos estão tão relacionados às mídias digitais.
Tanto no Twitter como o Facebook, com crescente e constante aumento de usuários, esse conseguiram conciliar não apenas informação e entretenimento, mas além de tudo novos conceitos de mercado, onde a vinculação de uma marca ou qualquer reclamação de uma atitude, tornam-se rapidamente transportadas a milhares de pessoas em questão de horas ou até mesmo minutos. Com isso, o olhar direcionado para esses locais na rede se tornam cada vez mais especulados. Hoje se gera grandes receitas de capital com meios direcionados ao publico certo, que consequentemente atinge pessoas vinculadas a esses grupos que por seu vez vinculam mais e mais pessoas que são vinculadas a outros grupos, tornando-se um meio de informação muito mais influente que qualquer outro.
A TV ainda consegue atingir grandes massas, mas quase todo conteúdo vinculado na TV está sendo readaptado para a internet, os programas, os comerciais, os produtos oferecidos na telinha solicitam aos seus telespectadores para que “curtam” sua pagina no Facebook, sigam novas informações pelo twitter ou simplesmente vejam seus comerciais designados ao Youtube.
O mercado no setor da comunicação está sendo reavaliado e redimensionado para novas tendências, por isso é cobrado do profissional dessa área estar há par de assuntos culturais e do cotidiano; filmes, seriados, blogs, fofoca, novelas e muitos outros enredos que podem ser utilizados para chamar a atenção de um determinado público-alvo, lembrando sempre que esse publico pode e vai compartilhar a idéia, passando a mesma adiante, conseguindo atingir dessa forma muito mais pessoas que podem vir a ser potenciais clientes. A necessidade de se enxergar a mudança é necessária, por isso, hoje fica a critério do consumidor escolher o melhor meio de compra e quem não está onde a maioria está, automaticamente perde espaço até ser deixado para trás.

Você pode analisar o guia salarial para potenciais publicitários no link: http://www.clikadao.com/4/post/2012/05/a-nova-tendncia-do-mercado-publicitrio.html
 
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